20 de março de 2016

JAMELÃO - Minhas Andanças


Samba
1993
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[Cd Quality]++

Nasceu no bairro de São Cristóvão e passou a maior parte da juventude no Engenho Novo, para onde se mudou com seus pais. Lá, começou a trabalhar, para ajudar no sustento da família - seu pai havia se separado de sua mãe. Levado por um amigo músico, conheceu a Estação Primeira de Mangueira e se apaixonou pela escola de samba. Ganhou o apelido de Jamelão na época em que se apresentava em gafieiras da capital fluminense. Começou ainda jovem, tocando tamborim na bateria da Mangueira e depois se tornou um dos principais intérpretes da escola. Passou para o cavaquinho e depois conseguiu trabalhos no rádio e em boates. Foi "corista" do cantor Francisco Alves e, numa noite, assumiu o lugar dele para cantar uma música de Herivelto Martins. A consagração veio como cantor de samba. Sua primeira gravadora foi a Odeon. Depois, trabalhou para a Companhia Brasileira de Discos, Philips e mais tarde para a Continental, onde gravou a maioria de seus álbuns, para a RGE e depois para a Som Livre. Entre seus sucessos, estão "Fechei a Porta" (Sebastião Motta/ Ferreira dos Santos), "Leviana" (Zé Kéti), "Folha Morta" (Ary Barroso), "Não Põe a Mão" (P.S. Mutt/ A. Canegal/ B. Moreira), "Matriz ou Filial" (Lúcio Cardim), "Exaltação à Mangueira" (Enéas Brites/ Aluisio da Costa), "Eu Agora Sou Feliz" (com Mestre Gato), "O Samba É Bom Assim" (Norival Reis/ Helio Nascimento) e "Quem Samba Fica" (com Tião Motorista). De 1949 até 2006, Jamelão foi intérprete de samba-enredo na Mangueira, sendo voz principal a partir de 1952, quando sucedeu Xangô da Mangueira. Em janeiro de 2001, recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, entregue pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Diabético e hipertenso, Jamelão teve problemas pulmonares e, desde 2006, sofreu dois derrames. Morreu às 4hs do dia 14 de junho de 2008, aos 95 anos, na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em sua cidade natal, por falência múltipla dos órgãos. O enterro foi no Cemitério São Francisco Xavier, no bairro do Caju, no Rio de Janeiro. [Fonte: wikipedia]

Born in São Cristóvão and spent most of the youth in Engenho Novo, where he moved with his parents. There, he began working to help support the family - his father had been separated from his mother. Led by a musician friend, met the Mangueira and fell in love with samba school. He won the Jamelão nickname at the time was presented in dance halls of the state capital. He began at a young age, playing tambourine on drums of Mangueira and later became one of the main school performers. He went to the cavaquinho and then managed to work on the radio and in nightclubs. Was "showgirl" singer Francisco Alves and one night, took his place to sing a herivelto martins music. The consecration came as a samba singer. His first record was the Odeon. He then worked for Companhia Brasileira de Discos, Philips and later to the mainland, where he recorded most of their albums for RGE and then to Som Livre. Among its successes are "closed the door" (Sebastian Motta / Ferreira dos Santos), "lightly" (Ze Keti), "Folha Morta" (Ary Barroso), "Do not Put Hand" (PS Mutt / A. Canegal / B. Moreira), "Matrix or branch" (Lucius Cardim), "Exaltation the hose" (Aeneas Brites / Aluisio da Costa), "I am Now Happy" (with Master Cat), "Samba is Good So" (Norival Reis / Helio Nascimento) and "Who Samba It" (with Tiao Driver). From 1949 until 2006, it was Jamelão samba-plot in Mangueira interpreter, with lead vocals from 1952, when he succeeded Shango hose. In January 2001, he received the medal of the Order of Cultural Merit, presented by President Fernando Henrique Cardoso. Diabetic and hypertensive, Jamelão had lung problems, and since 2006, suffered two strokes. He died at 4hs on 14 June 2008, at age 95, the House Health Pinheiro Machado, in his hometown, by multiple organ failure. Burial was in St. Francis Xavier Cemetery, in the Chestnut neighborhood in Rio de Janeiro. [Source: Wikipedia]

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