27 de setembro de 2021

LUCKY DUBE - House Of Exile



Reggae
1991
Bitrate: 256 kbps
[cd quality]+

Lucky Dube nasceu no dia 3 de Agosto de 1964, em Ermelo, na África do Sul. Com 9 anos de idade, foi escolhido como assistente da biblioteca de sua escola. O desejo de aprender sobre o resto do mundo e sobre a história da África do Sul fez com que ele entrasse para o mundo da Literatura. Familiarizou-se com a filosofia Rastafari através de uma enciclopédia. Logo depois, conheceu o Reggae, que muito tinha a ver com o Rastafarianismo. Lucky Dube trabalhava para poder comprar os discos de Peter Tosh (que era, na ocasião, os únicos álbuns de Reggae disponíveis na África do Sul). Ainda na época do colégio, montou sua primeira banda - O Skyway Band. O talento de Lucky logo chamou a atenção do produtor Richard Siluma, que era seu parente. Em 1979, Lucky direcionou sua carreira como um cantor de mbaganga e junto com os membros do “Future Slaves” - Thutukani Cele e Chris Dlamini, gravou um álbum em 1982, já como membros da banda “The Love Brothers” intitulado Mbaganga. Nos próximos 3 anos, Lucky Dube lançou um álbum solo chamado “Lengane Ngeyetha” que trazia o seu primeiro single, diga-se de passagem, um grande sucesso. Na sequência, lançou mais três álbuns, dando continuidade à sua música brilhante. A maior influência de Lucky Dube era Peter Tosh. Durante o ano de 1985, sem o conhecimento de sua gravadora, Teal Records, Lucky e Richard entraram em estúdio para gravar “Rastas Never Die” - o primeiro disco de reggae gravado na África do Sul. Devido à situação política e à censura do governo (Apartheid) que controlava a mídia, o disco não foi longe. E ainda por cima, foi proibido imediatamente. O álbum ganhou consciência mas não vendeu bem. Em 1986, Lucky gravou o seu segundo álbum de reggae, “Think About The Children”. E foi justamente nessa época que a banda de apoio de Lucky Dube começou a se concretizar. No ano de 1987, é lançado o terceiro álbum, “Slave” - onde ele desponta grandes hits como “I’ve Got You Babe”, “Slave”, e “Back To My Roots”. Com a banda “The Slaves”, ele fez espetáculos enormes em Johannesburg para multidões de mais de 50.000 pessoas. Em 1988, devido a demanda popular, o disco “Rastas Never Die” foi relançado. Lucky embarcou na sua primeira viagem internacional para promover o álbum “Slave”. No ano de 1988, foi lançado o disco “Together As One”. Disco esse que trouxe, na faixa-título, uma letra baseada na situação da África do Sul. A letra pedia a união e a harmonia racial entre negros e brancos da África do Sul. Lucky cai na estrada novamente e se apresenta para multidões de mais de 65.000 expectadores. Em 1989, ele embarca em uma série de espetáculos na França. A partir daí, Lucky, merecidamente se estabelece como um artista de grande renome internacional. Este ano também deu a Lucky Dube a chance para gravar no filme “Voice In The Dark”. 1989 também foi o ano em que ele lançou o álbum “Prisoner”, que dentro de cinco dias, faturou disco de platina duplo. 1990 foi um ano em que ele fez shows na África. Num desses shows, levou 80.000 pessoas. Em 1991 Lucky foi para os Estados Unidos e fez uma apresentação histórica no palco do mais famoso festival de Reggae do mundo - o “Reggae Sunsplash Festival”, na Jamaica - a primeira vez que se realizou um grande sonho de um artista da África do Sul. A turnê seguiu para a Austrália, Japão e Gana. “Prisoner” foi o álbum mais vendido de Lucky Dube. Foram registradas 1.000.000 de cópias vendidas em todo o mundo. O álbum ao vivo “Captured Live”, trouxe algumas das melhores e mais conhecidas canções de Lucky. “Captured Live” rendeu disco de platina. Lucky Dube venceu o concurso de “Melhor Vocalista do Ano” no prêmio anual OKTV da África do Sul. “House of Exile” foi lançada (também uma bela homenagem ao libertário Nelson Mandela) e levou Lucky ao primeiro festival de Reggae da África do Sul, o “Reggae Strong For Peace”, mais tarde transformado em disco e vídeo. Outros discos de Lucky Dube: “Serious Reggae Business”, “The Way It Is”, “Taxman”, “Victims”, “Trinity” e o mais recente trabalho “Soul Taker”. [Fonte: reggaewave] 

Lucky Dube was born on August 3, 1964, in Ermelo, South Africa. With 9 years old, was chosen as their school library assistant. The desire to learn about the wider world and the history of South Africa made him enter into the world of literature. He became familiar with the Rastafari philosophy through an encyclopedia. Soon after, he met the Reggae, which had much to do with Rastafarianism. Lucky Dube worked to buy the Peter Tosh discs (which was, at the time, the only Reggae albums available in South Africa). Even at the time of the college, set up his first band - The Skyway Band. Lucky's talent soon caught the attention of producer Richard Siluma, who was his relative. In 1979, Lucky turned his career as a singer and mbaganga along with members of the "Future Slaves" - Thutukani Cele and Chris Dlamini recorded an album in 1982, as members of the band "The Love Brothers" entitled Mbaganga. Over the next three years, Lucky Dube released a solo album called "Lengane Ngeyetha" which featured their first single, say by the way, a great success. Following, he released three albums, continuing his brilliant music. The most influential Lucky Dube was Peter Tosh. During 1985, unbeknownst to his label, Teal Records, Lucky and Richard went into the studio to record "Rastas Never Die." - The first reggae album recorded in South Africa Due to the political situation and the government censorship (Apartheid) that controlled the media, the drive was not far away. And on top, it was banned immediately. The album gained consciousness but did not sell well. In 1986, Lucky recorded his second reggae album, "Think About The Children". And it was precisely at this time that the band support Lucky Dube began to materialize. In 1987, the third album is released, "Slave" - ​​where he emerges big hits as "I've Got You Babe", "Slave" and "Back To My Roots". With the band "The Slaves", he made huge shows in Johannesburg for more than 50,000 people crowds. In 1988, due to popular demand, the album "Rastas Never Die" was re-released. Lucky embarked on his first international trip to promote the album "Slave". In 1988, the album "Together As One" was released. Disc one that brought in the title track, a letter based on the situation in South Africa. The letter called for unity and racial harmony between blacks and whites in South Africa. Lucky hits the road again and presents for more crowds 65,000 spectators. In 1989, he embarks on a series of shows in France. From there, Lucky, deservedly establishes itself as a major internationally renowned artist. This year also gave Lucky Dube a chance to record in "Voice In The Dark". 1989 was also the year he released the album "Prisoner" that within five days, earned double platinum. 1990 was a year in which he toured in Africa. In one of these shows, he led 80,000 people. Lucky in 1991 went to the United States and made a historical presentation on the stage of the most famous Reggae festival in the world - the "Reggae Sunsplash Festival" in Jamaica - the first time held a big dream of an artist from South Africa . The tour went to Australia, Japan and Ghana. "Prisoner" was the biggest selling album of Lucky Dube. 1,000,000 copies sold worldwide were recorded. The live album "Live Captured", brought some of the best and most famous Lucky songs. "Captured Live" earned platinum. Lucky Dube won the competition for "Best Vocalist of the Year" in OKTV annual award of South Africa. "House of Exile" was released (also a beautiful tribute to the libertarian Nelson Mandela) and took Lucky to the first Reggae Festival in South Africa , the "Reggae Strong For Peace", later made into a disk and video. Other disc Lucky Dube: "Serious Reggae Business", "The Way It Is," "Taxman", "Victims," ​​"Trinity" and the latest work "Soul Taker". [Source: reggaewave]

Total Time: 45 min

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