26 de setembro de 2021

JOÃO BATISTA DO VALE - Tributo a Joâo do Vale [Recomendado]


MPB
[Popular Brazilian Music]
1994
Bitrate: 320 kbps
[cd quality]+

Em 1953, teve a primeira composição gravada por Zé Gonzaga o baião "Madalena", que fez muito sucesso no Nordeste. Por essa época, conheceu Luiz Vieira na Rádio Tupi, que gostou de seus versos e ajudou a desenvolver suas músicas, tendo convencido ainda a cantora Marlene a gravar o baião "Estrela miúda", parceria de João do Vale e Luiz Vieira. Como o dinheiro recebido pelas primeiras gravações chegava a 200 mil-réis contra os 5 mil-réis que ganhava como pedreiro, abandonou a construção civil e resolveu dedicar-se à carreira artística. Surgiram outras gravações de composições suas. Em 1954, participou como figurante do filme "Mão sangrenta", dirigido por Carlos Hugo Christensen. Nessa época fez amizade com o diretor Roberto Farias, para o qual faria posteriormente trilha sonora de alguns filmes, entre os quais "Mundo da lua", de 1958. Em 1955, Luiz Vieira gravou o baião "O lenço da moça", parceria dos dois. No ano seguinte, o mesmo Luiz Vieira gravou  o baião "Forró do Furtuoso", também de parceria dos dois. Em 1956, Dolores Duran gravou "Na asa do vento", parceria com Luiz Vieira, que seria regravada por Caetano Veloso em 1975 no LP "Jóia". Em 1957, Marlene gravou de sua parceria com Luiz Vieira o samba "Minha candeia". No mesmo ano, Ivon Curi gravou "Pisa na fulô", xote de parceria com Silveira Júnior e Ernesto Pires, que foi um dos discos mais vendidos da época. A mesma composição seria ainda gravada por Marinês e sua Gente e por Zé Gonzaga e seu Conjunto. Nesse período fez parceria não oficial com Luiz Gonzaga, pois pertenciam a editoras diferentes, e assim as composições da dupla,  "Sertanejo do Norte", "De Teresina a São Luís", "Pra onde tu vai, baião?" e "Fogo no Paraná", entre outras, apareceram como sendo parceria com Helena Gonzaga, esposa de Luiz Gonzaga. No mesmo ano, sua composição "Peba na pimenta", em parceria com José Batista e Adelino Rivera, integrou a trilha sonora do filme "Rico ri à toa", dirigido por Roberto Faria. Na ocasião, a música foi interpretada por Marinês, acompanhada de Abdias dos Oito Baixos. O filme foi estrelado por Zé Trindade e teve participações de atores como Silvinha Chiozo, Violeta Ferraz, Oswaldo Louzada e Zezé Macedo. No início dos anos 1960, a convite do compositor e sambista Zé Kéti, foi se apresentar no bar Zicartola, na Rua da Carioca, comandado pelo compositor da Mangueira, Cartola, e sua mulher, D. Zica, onde se reuniam compositores, que cantavam e apresentavam suas músicas. A convite de Sérgio Cabral, passou a se apresentar no Zicartola toda sexta-feira. Por essa época começou a surgir a idéia de fazer o show "Opinião". Recebeu convite de Oduvaldo Viana Filho, o Vianinha, para fazer a parte nordestina, com Zé Kéti comandando a parte de samba. A estréia do show aconteceu em 4 de dezembro de 1964, primeiramente com ele, Zé Keti e Nara Leão e posteriormente com Maria Bethânia, que eletrizou as platéias, interpretando "Carcará", maior sucesso da carreira de sua carreira e verdadeiro hino contra a ditadura militar da época. O show foi apresentado ao longo de 1965 e 1966. Em 1965 gravou o baião "Minha história", uma autobiografia. No mesmo ano lançou o LP "O poeta do povo", trazendo inúmeras composições já conhecidas e lançando outras como "Pra mim não", com Marília Bernardes, "O jangadeiro", com Dulce Nunes, "O bom filho à casa torna", com Eraldo Monteiro e Fogo no Paraná", com Luiz Gonzaga. Em 1966, estrelou ao lado de Nélson Cavaquinho e Moreira da Silva o show "A voz do povo". Em 1969, fez a trilha sonora do filme "Meu nome é Lampião", direção de Mizael Silveira. Ainda nos anos 1960 foi aos Estados Unidos a convite do professor Earl  W. Thomaz, para falar a professores de Português a respeito das expressões sertanejas que usava em suas músicas. Em 1970, Tim Maia gravou e fez bastante sucesso com "Coronel Antônio Bento", parceria com Luiz Vanderley. Em 1973, lançou com Paulinho Guimarães "Se eu tivesse o meu mundo". Em 1974 Gilberto Gil gravou no LP "Expresso 2222", a música "O canto da ema", numa interpretação marcante. Em 1975, participou de nova montagem do show "Opinião", com Zé Kéti e Marília Medalha, com direção de Bibi Ferreira. Em 1976 apresentou o show "E agora João?". Em 1978 passou a apresentar o "Forró forrado", que por dez anos marcou época na música popular brasileira. Entre 1979 e 1980, chegou a percorrer 40 cidades, realizando shows ao lado de Zé Ramalho. Ainda em 1980 participou ao lado de Chico Buarque e outros artistas, do Projeto Calunga, que realizou inúmeras apresentacões em Angola. Em 1981, Chico Buarque organizou o disco "João do Vale convida", com a participação de Nara Leão, Tom Jobim, Gonzaguinha e Zé Ramalho, entre outros, cujo lançamento ocorreu no Forró Forrado. No mesmo ano participou de excursão à Cuba. Em 1982, gravou disco ao lado de Chico Buarque. Em 1985 participou com Carlinhos Vergueiro do show inaugural do Projeto Pixinguinha, seis e meia na Sala Adoniran Barbosa em São Paulo. Em 1986 participou ao lado de Maria Bethânia, Zé Kéti, Suzana de Moraes e Marília Medalha no Teatro Carlos Gomes do espetáculo de rememoração da montagem do show "Opinião". Em 1991 gravou depoimento para o Museu da Imagem e do Som. Em 1992 foi homenageado com um show no Teatro da Praia Grande em São Luiz. Em 1994, Chico Buarque voltou a produzir disco de João do Vale, intitulado "João Batista do Vale", que recebeu no ano seguinte o Prêmio Sharp de Melhor Disco Regional. O disco contou com a aprtcipação de diversos artistas interpretando músicas de sua autoria, entre os quais o próprio Chico Buarque, que interpretou "Minha história", Fagner, "Na asa do vento", "Alceu Valença, "De Terezina a São Luiz" e Paulinho da Viola, "A voz do povo". No mesmo ano foi homenagedo pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro com amedalha Pedro Ernesto. Deixou mais de 300 composições gravadas por diversos artistas, entre os quais Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Nara Leão, Maria Bethânia, Tim Maia, Ivon Curi e Alaíde Costa. Em 2000, Marcio Paschoal lançou pela Editora Lumiar o livro "Pisa na fulô, mas não maltrata o carcará", uma biografia   do artista. Em 2004, foi homenageado pela Prefeitura de Nova Iguaçu que criou o selo Nova Iguaçu Discos e produziu o CD "Carcarás da Cidade - Um tributo a João do Vale" no qual 15 composições do artista maranhense que morou por mais de 20 anos na cidade, foram interpretados por artistas locais, entre as quias, "Avisa minha nega", por Jairo Bráulio; "O canto da ema", por Ilton Manhães; "Uricuri (Segredo do sertanejo)", por Carine Mascarenhas; "Carcará", pelo Grupo Elemento e "Peba na pimenta", por Heitor Neguinho. Em 2006, por ocasião do décimo aniversário de sua morte, o compositor foi homenageado com o musical "João do Vale, o poeta do povo", apresentado em temporada no teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, com texto e direção de Maria Helena Kuhner. O espetáculo mostrou enredo baseado na biografia do compositor  escrita por Márcio Paschoal e contou com os atores Deuclideo Gouvêa, Rubens de Araújo e Marcê Porena. Após a temporada no Glauce Rocha, o espetáculo rumou para o Teatro Sesi, de Nova Iguaçu (RJ), cidade em que morou o compositor. Em seguida, teve duas apresentações especiais, em dias seguidos, no Teatro Baden Powel, em Copacabana, no Rio de Janeiro, com casa lotada. O sucesso do musical "João do Vale, o poeta do Povo" gerou a formação do grupo "Os Carcarás", que teve seu núcleo montado pelos músicos que nele tocaram, com especial dedicação a interpretação de obras do compositor maranhense. Na formação do grupo, os músicos: Marcos Aureh com: Voz, flautas, gaita, violão (6 e 12) e bandolim; Léo Rugero com: Violino, viola caipira, bandolim, violão e vocal;  Max Robert com: contrabaixo; Paulinho Baqueta com Pandeiro e triângulo e Cacau Amaral com: Zabumba, tambores, percussões e vocal. O grupo também conta com os cantores/atores Deuclides Gouvêa e Mercê Porena e, dirigido pela dramaturga e pesquisadora Maria Helena Künner, apresentou, em dezembro de 2006, o show conceitural, "Na Asa do Vento", em comemoração a mais um ano do nascimento de João do Vale,  mostrando o melhor do repertório do compositor, entre as quais, clássicos como "Carcará", "Pisa na fulô", "Cel Antônio Bento", "Na asa do vento" (que deu nome ao show) e "Canto da Ema", e mais outras quase desconhecidas, como "Passarinho", "Fogo do Paraná" e "O bom filho a casa volta". A banda, além da tradicional utilização do triângulo e da zabumba - acrescenta, em sua performance do espetáculo "Na asa do vento", variados instrumentos, como o violino, a flauta transversa, a flauta doce sopranino, o pífano, o violão de 12 e 6 cordas, a viola caipira, a gaita de boca, o bumbo leguero, o tambô de crioula e o pandeirão - toda essa gama sonora,  valorizada ainda mais pelos arranjos originais. A criativa música de João do Vale é vestida no show com uma nova roupagem, que trás características do movimento armorial nordestino com pinceladas de música de câmera. O musical, apresentado no Clube de Engenharia, situado à Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro, teve roteiro, direção musical e arranjos, assinados por Marcos Aureh e contou apresentação do pesquisador Sérgio Cabral. Ainda em 2006, recebeu homenagem de seu conterrâneo Tião Carvalho, através do CD "Tião canta João", lançado pela Atração. No repertório do álbum, constaram ritmos que permearam a carreira dos dois artistas, entre eles, o samba, xote, baião, bumba-meu-boi e tambor de crioula, com releituras de sucessos de sua autoria como "Todos cantam a sua terra", "Bom vaqueiro" e "Os oio de Anabela". [Fonte: dicionariompb]

In 1953, he was the first composition recorded by Ze Gonzaga baião "Magdalene," which was very successful in the Northeast. By that time, he met Luiz Vieira at Radio Tupi, who liked his verses and helped develop their music, and also convinced the singer Marlene to record the ballad "girl star" John Partnership Valley and Luiz Vieira. As the money received by the first recordings came to 200 thousand reis against 5000 reis he earned as a bricklayer, left the building and decided to devote himself to artistic career. Were other of his compositions recorded. In 1954, he took part as an extra in the movie "Bloody Hand" directed by Carlos Hugo Christensen. At that time he became friends with director Roberto Farias, to which later would score a few movies, including "World of the Moon" in 1958. In 1955, Luiz Vieira recorded the ballad "The scarf girl" partnership of two. The following year, the same Luiz Vieira recorded the ballad "Forro Furtuoso" also partnership of the two. In 1956, Dolores Duran recorded "In the Wind Wing," partnership with Luiz Vieira, who was re-recorded by Caetano Veloso in 1975 on the LP "Jewel". In 1957, Marlene recorded its partnership with Luiz Vieira samba "My candle." In the same year, Ivon Curi recorded "in Pisa Fulô" xote partnership with Silveira Júnior and Ernesto Pires, who was one of the best selling albums of the time. The same composition would still be recorded by Marinês and its people and Ze Gonzaga and his set. During this period did not official partnership with Luiz Gonzaga, because they belonged to different publishers, and so the compositions of the duo, "Country of the North", "From Teresina to Sao Luis," "Where are you going, baião?" and "Fire in Paraná," ​​among others, appeared to be partnered with Helena Gonzaga, wife of Luiz Gonzaga. In the same year his composition "Peba in pepper", in partnership with José Adelino Batista and Rivera, joined the soundtrack of the film "Rich laughs for nothing", directed by Roberto Farias. At the time, the music was played by Marines, accompanied by Abdias of Eight Netherlands. The film starred Zé Trindade and had participation of actors like Silvinha Chiozo, Violeta Ferraz, Oswaldo Louzada and Zeze Macedo. In the early 1960s, at the invitation of the composer and samba dancer Zé Keti, it was present in Zicartola bar, at Rua da Carioca, led by composer Hose, Top Hat, and his wife, Dona Zica, where they met composers, singing and they presented their songs. At the invitation of Sergio Cabral, has to perform at Zicartola every Friday. By that time began to emerge the idea of ​​the show "Opinion". Received invitation Oduvaldo Vianna Filho, the Vianinha, to the northeastern part with Ze Keti commanding part of samba. The premiere of the show took place on December 4, 1964, first with him, Zé Keti and Nara Leão and later with Maria Bethania, who electrified audiences, playing "Caracara" most successful career of his career and true anthem against dictatorship military time. The show was presented throughout 1965 and 1966. In 1965 he recorded the ballad "My story", an autobiography. In the same year he released the album "The poet of the people," bringing many already known compositions and launching others like "For me not" with Marilia Bernardes, "The jangadeiro" with Dulce Nunes, "The good son returns home" with Eraldo Monteiro and Fire in Paraná, "Luiz Gonzaga. in 1966, he starred alongside Nelson Cavaquinho and Moreira da Silva to the show" the voice of the people. "in 1969, the soundtrack of the film" My name is Lampião " , steering Mizael Silveira. Back in the 1960s was the United States at the invitation of Professor Earl W. Thomas to speak Portuguese teachers about the backlands expressions used in his songs. in 1970, Tim Maia recorded and was quite successful with "Coronel Antonio Bento", partnership with Luiz Vanderley. in 1973, it launched with Paulinho Guimarães "If I had my world." in 1974 Gilberto Gil recorded the LP "Expresso 2222", the song "the corner of ema", a striking interpretation. in 1975, he participated in reassembly of the show "Opinion", Zé Keti and Marilia Medal, directed by Bibi Ferreira. In 1976 he presented the show "And now John?". In 1978 he began to present the "lined Forro", which for ten years made history in Brazilian popular music. Between 1979 and 1980, he came to go 40 cities, performing shows alongside Ze Ramalho. Also in 1980 he participated alongside Chico Buarque and other artists, Calunga Project, which held numerous slidesets in Angola. In 1981, Chico Buarque organized the album "It's John calls" with the participation of Nara Leão, Tom Jobim, Gonzaguinha and Zé Ramalho, among others, which was launched in Forro Lined. In the same year he participated in tour of Cuba. In 1982, he recorded disc side of the Chico Buarque. In 1985 he participated with Carlinhos Vergueiro's inaugural show of the Pixinguinha Project, half past six in Adoniran Barbosa room in São Paulo. In 1986 he participated next to Maria Bethania, Ze Keti, Suzana de Moraes and Marilia Medal at the Teatro Carlos Gomes of the recall show mounting the show "Opinion". In 1991 he recorded testimony to the Museum of Image and Sound. In 1992 he was honored with a show at the Teatro da Praia Grande in St. Louis. In 1994, Chico Buarque returned to produce John Valley disc, entitled "John the Baptist Valley," which received the following year the Sharp Award for Best Regional Disc. The disc included the aprtcipação various artists interpreting songs of his own, including the own Chico Buarque, who played "My story", Fagner, "In the Wind Wing," "Alceu Valenca," De Terezina São Luiz " and Paulinho da Viola, "the voice of the people." in the same year was Received homage by the Municipality of Rio de Janeiro with amedalha Pedro Ernesto. He left more than 300 compositions recorded by several artists, including Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil , Nara Leão, Maria Bethania, Tim Maia, Ivon Curi and Alaíde Costa. in 2000, Marcio Paschoal launched by Editora Lumiar book "Pisa in Fulô but not mistreat the caracara," a biography of the artist. in 2004 he was honored by Nova Iguaçu Prefecture who created the seal Nova Iguaçu discs and produced the CD "caracaras city - a tribute to John Valley," in which 15 compositions artist maranhense who lived for more than 20 years in the city, were interpreted by local artists, between quias, "warns my denies" Jairo Braulio; "The corner of ema" for Ilton Manhães; "Uricuri (sertanejo Secret)" by Carine Mascarenhas; "Carcara", the Element Group and "Peba in pepper" by Heitor Neguinho. In 2006, on the occasion of the tenth anniversary of his death, the composer was honored with the musical "John Valley, the poet of the people," presented in season at the theater Glauce Rock in Rio de Janeiro, written and directed by Maria Helena Kuhner. The show showed plot based on the biography of the composer written by Márcio Paschoal and featured actors Deuclideo Gouvea, Rubens Araújo and Marce Porena. After the season in Glauce Rock, the show headed for the Sesi Theatre of Nova Iguaçu (RJ), the city where the composer lived. Then we had two special presentations on consecutive days, the Theatre Baden Powel, in Copacabana, Rio de Janeiro, with a full house. The success of the musical "John Valley, the poet of the people" led to the formation of the group "The caracara," which had its nucleus assembled by musicians who played it, with special dedication to the interpretation of works of Maranhão composer. In group formation, the musicians: Mark Aureh with: voice, flute, harmonica, guitar (6:12) and mandolin; Léo Rugero with: violin, viola, mandolin, guitar and vocals; Max Robert with: bass; Paulinho Drumstick with tambourine and triangle and Cacau Amaral with: Zabumba, drums, percussion and vocals. The group also has singers / actors Deuclides Gouvêa and Mercy Porena and directed by playwright and researcher Maria Helena Künner, presented in December 2006, the conceitural show, "In the Wind Wing," in celebration of another year John Valley of birth, showing the best of the composer's repertoire, including classics like "Carcara", "Pisa in Fulô", "Col. Antonio Bento", "in the wind wing" (which gave its name to the show) and "Canto da Ema", and most other almost unknown, as "Birdie", "Fire of Parana" and "good son back home." The band, in addition to the traditional use of the triangle and bass drum - adds in your show performance "In wind wing", various instruments such as violin, transverse flute, sweet sopranino flute, fife, 12 guitar and 6 strings, the viola, the harmonica, the leguero bass drum, the Creole Tambo and pandeirão - all this sound range, even more valued by the original arrangements. Creative John Valley music is dressed in the show with a new look, which features behind the northeastern armorial movement with chamber music brushstrokes. The musical, presented at the Engineering Club, located at Avenida Rio Branco, in the center of Rio de Janeiro, had script, musical direction and arrangements, signed by Mark Aureh and presentation told the researcher Sergio Cabral. Also in 2006, was honored for his countryman Tiao Carvalho, from the CD "Tiao John sings" released by Attraction. In the album's repertoire consisted rhythms that permeated the careers of two artists, among them, the samba, xote, baião, Bumba-meu-boi and Creole drum with reinterpretations of hits of his own as "All sing their land" "Good cowboy" and "the oio Anabela". [Source: dicionariompb]

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